O papel da contabilidade para as micro e pequenas empresas

O número de micro e pequenas empresas no Brasil tem aumentado nos últimos anos e tem se tornado uma tendência, que deverá crescer nos próximos anos. Segundo informações do Sebrae, que faz o levantamento baseado em dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), as micro e pequenas empresas no Brasil geraram, em fevereiro, 125,2 mil empregos com carteira assinada. Sendo o maior saldo registrado para este mês nos últimos quatro anos.

As micro e pequenas empresas têm grande importância para a economia do país. Para se ter uma ideia, em 2018, o Brasil atingiu 2.064.430 micro e pequenas empresas abertas. Essas empresas também são responsáveis por geração de emprego e renda, contribuindo para o aumento do PIB (Produto Interno Bruto).

Mas, não é porque você tem uma micro ou pequena empresa que não é importante manter uma gestão contábil. Pelo contrário. A falta dela é o principal fator no encerramento das atividades de micro e pequenas empresas logo nos primeiros anos de atividades. Para isso, confira alguns itens listados a seguir sobre os benefícios de se ter um contador ou empresa de contabilidade para cuidar da saúde financeira do seu negócio:

– Tomada de decisões estratégicas;
– Aumento da eficiência em todas as funções de gestão;
– Fixação de um alvo e planejamento da melhor forma de atingi-lo;
– Controle de custos de produção e controle de desperdício, aumentando assim o lucro da empresa;
– Controle do fluxo de caixa;
– Controle do capital do Giro;
– Previsão de recursos para investimento a curto, médio e longo prazo.

Além disso, nós da Contabilidade em Dia somos uma empresa completa. Trabalhamos com Contabilidade Consultiva; Cálculos Trabalhistas; Planejamento Fiscal; Estudo de Viabilidade; Gestão Financeira, e Reestruturação de Empresas.

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A boa prática da Gestão Financeira

Você sabe qual a importância da gestão financeira para uma empresa? A gestão financeira analisa os resultados financeiros e planeja ações para melhorar e controlar as atividades financeiras da empresa.

Quando você tem uma boa gestão financeira, fica mais fácil ter uma boa utilização dos recursos financeiros, uma correta administração e visualizar a real situação da empresa, além de aumentar o valor do patrimônio, através da geração de lucro líquido.

As principais funções de um gestor financeiro são:
– Análise dos resultados financeiros e planejamento para melhorias;
– Analisar, negociar e aplicar a captação dos recursos financeiros;
– Analisar a concessão de créditos aos clientes e administrar o recebimento;
– Efetuar o movimento de caixa e os controles bancários, com os recebimentos e os pagamentos;
– Controlar as contas a receber e as contas a pagar, impostos e despesas operacionais.
– Classificar custos e despesas em fixos e variáveis;
– Conhecer sobre lucratividade e rentabilidade.

Fique atento com a saúde financeira da sua empresa. Com nossa equipe é possível ter melhoria no processo financeiro da sua empresa. Entre em contato e saiba mais sobre a Contabilidade em Dia ☎ 17 3524-4941 | 📱 17 99606-0313

Erros comuns de contabilidade por não ter um contador

Ter uma empresa não é uma tarefa fácil. São muitas as obrigações, decisões e burocracia para cuidar. Tentar fazer a contabilidade sem um contador é um desafio com grandes chances de algo dar errado. Toda empresa precisa que a contabilidade seja feita por um especialista, para que todos os documentos estejam alinhados e em dia com a Receita Federal. Para isso, fizemos este post para alertar alguns dos erros mais comuns.

– O erro mais comum é misturar as finanças pessoais e empresariais. Por exemplo, abastecer o veículo particular com o cartão de crédito da empresa ou ter apenas uma conta bancária para uso pessoal e empresarial. Saiba que ao fazer isso, dificulta o acompanhamento do histórico financeiro, deixar o orçamento no vermelho e não pagar as contas no final do mês;

– Não emitir notas fiscais é seríssimo, pois a empresa não retém impostos e não documenta as vendas de produtos e serviços, ou seja, a empresa está sonegando informações para tributar as operações financeiras;

– Descartar o comprovante de pagamentos e não lançar entrada de fluxos de caixa, pode fazer com que a empresa pague, equivocadamente, menos impostos ou cometa erros com relatórios incompletos. Além disso, as contas bancárias não lançadas podem induzir a empresa a ter problemas com a fiscalização da Receita Federal, além de não conseguir ter controle de quais clientes efetuaram pagamento e quais estão inadimplentes;

– Ao realizar as tarefas manuais, a empresa passa a ter mais probabilidades de cometer equívocos e erros de cálculos, que podem causas muitos transtornos. Além de tomar mais tempo que deveria;

– Não planejar os gastos tributários pode pegar a empresa de surpresa na hora de efetuar o pagamento dos tributos e não conseguir atender as condições e prazos.

Alguns conselhos para evitar dores de cabeça são: seja organizado com os documentos e mantenha o contador sempre informado do que acontece na empresa, além de usar a tecnologia ao seu favor, por meio do sistema financeiro, automatizando as faturas e acompanhando de perto as atividades contábeis.

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato e peça um orçamento para sua empresa!

Vantagens de manter a sua contabilidade em dia

Quando se tem uma empresa, é indispensável cuidar da saúde financeira e contábil. Além disso, organização e planejamento são peças fundamentais para que o sucesso seja alcançado. Mas, existem vantagens de se manter a contabilidade da sua empresa em dia.

– A primeira vantagem é ter um maior controle financeiro e econômico da empresa. Desta forma, é possível planejar gastos e investimentos a curto, médio e longo prazos;

– Maior acessibilidade às linhas de crédito das financeiras. A partir do momento que a contabilidade da sua empresa está em dia, é mais fácil comprovar que a empresa tem como arcar com as despesas de financiamentos ou novas aquisições de linhas de crédito;

– Demonstrativo real de lucros e gastos para sócios ou possíveis sócios da empresa. Quando se tem a contabilidade em dia, é fácil ter documentos comprobatórios que são fortes argumentos que podem ser cruciais em tomadas de decisões importantes;

– Informações precisas para tomadas de decisões, como aumento salarial de colaboradores, novas contratações ou compras para a empresa;

– Segurança judicial. Pois, se ocorre uma ação trabalhista, há como contestar e evitar ações trabalhistas de funcionários mal intencionados;

– Estar dentro da lei. O Novo Código Civil Brasileiro exige a prestação de contas por parte dos administradores, conforme destaca o Artigo 1020.

Seja consciente e mantenha a contabilidade da sua empresa em dia. Entre em contato e peça seu orçamento!

Proposta simplifica sistema tributário e unifica tributos sobre consumo

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/19, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP), simplifica o sistema tributário nacional pela unificação de tributos sobre o consumo.

O texto extingue três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), o ICMS (estadual) e o ISS (municipal), todos incidentes sobre o consumo. No lugar deles, serão criados um imposto sobre o valor agregado, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS) – de competência dos três entes federativos -, e outro, sobre bens e serviços específicos (Imposto Seletivo), de competência federal.

A proposta, segundo Rossi, busca simplificar o sistema tributário, sem reduzir a autonomia de estados e municípios, que poderiam alterar a alíquota do IBS. “Os efeitos esperados são extremamente relevantes, com uma simplificação do sistema tributário brasileiro e um aumento da produtividade e do PIB [Produto Interno Bruto] potencial do Brasil”, disse.

Para Rossi, a proposta eliminará a “guerra fiscal fratricida” entre estados e entre municípios, sem reduzir a autonomia dos entes federativos na gestão de suas receitas.

IBS

O IBS será regulado por lei complementar e composto por três alíquotas – federal, estadual e municipal. “Para o contribuinte, será um único imposto, mas para os entes é como se cada um tivesse o seu próprio imposto, pois terão autonomia na fixação da alíquota”, afirmou Baleia Rossi. Nas transações interestaduais e intermunicipais deve ser aplicada a alíquota do estado e do município de destino.

Essas alíquotas serão calculadas pelo Tribunal de Contas da União e aprovadas pelo Senado Federal para repor perda dos tributos substituídos pelo IBS. A União, os estados e os municípios poderão fixar sua alíquota do IBS em valor diferente por lei ordinária. Essa alíquota deverá valer para quaisquer bens, serviços ou direitos. Assim, se alíquota estadual de referência do IBS for 10%, o Espírito Santo poderá reduzi-la para 9% ou aumentá-la para 11%, mas para todas as operações e não uma específica para brinquedos ou arroz.

Empresas que fazem parte do Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar 123/06, podem manter o sistema atual, sem apropriação ou transferência de créditos, ou então optar pela adesão total ao IBS, com redução da alíquota do Simples correspondente aos cinco tributos substituídos pelo IBS.

Devolução tributária

O texto propõe que parte do imposto pago por famílias mais pobres seja devolvido através de mecanismos de transferência de renda. Para a transferência é feito o cruzamento do CPF dos consumidores, informado a cada aquisição de bem ou serviço, com o cadastro único dos programas sociais. “Trata-se de um mecanismo muito menos custoso e mais eficiente que o modelo de desoneração da cesta básica de alimentos”, disse Rossi.

Comitê gestor

A arrecadação do IBS e a distribuição da receita entre os entes serão feitas por um comitê gestor nacional, com representantes da União, dos estados e dos municípios. O comitê gestor será responsável por regular o imposto. A fiscalização será feita pelos fiscos das três esferas de governo, a partir de definição do comitê.

Transição

A proposta estabelece duas regras de transição: uma sobre a substituição dos tributos e outra focada na repartição de receitas entre os entes federativos.

A substituição dos tributos atuais pelo IBS está prevista para ocorrer em dez anos. Os dois primeiros são um período de teste do novo imposto, cobrado a uma alíquota de 1%, reduzida da Cofins para não haver aumento da carga e prejudicar estados e municípios. Nos oito anos seguintes as alíquotas de todos os tributos serão reduzidas progressivamente e o IBS aumentado na mesma proporção.

Já para a repartição de receitas do IBS entre estados e municípios a transição prevista é de 50 anos. Nos primeiros 20 anos seria mantida a receita atual, corrigida pela inflação, com a parcela referente ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) tributada pelo destino. Nos 30 anos seguintes a tributação de todo o IBS convergiria para o destino gradualmente.

Mudanças

Uma das inovações da proposta é a criação de um imposto sobre bens e serviços específicos (Imposto Seletivo), de competência federal. O tributo vai taxar produtos com tributação maior para desestimular o consumo, como cigarro e bebidas alcoólicas. Sobre os demais produtos incidirá o IBS, a versão brasileira do imposto sobre o valor agregado comum na Europa e Estados Unidos.

As mudanças têm como referência a proposta de reforma tributária desenvolvida pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), liderado pelo economista Bernard Appy e outros três especialistas.

Proposta semelhante chegou a ser apresentada como emenda ao projeto de reforma tributária aprovado em comissão especial no final de 2018.

Tramitação

A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à admissibilidade. Se aprovada, será examinada por uma comissão especial criada especialmente para essa finalidade. Em seguida, será votada em dois turnos pelo Plenário.

Independência é ser dono do próprio negócio

5 passos para montar o próprio negócio. 📝

Defina uma atividade.
É primordial saber qual atividade a empresa irá exercer. Pois, além das licenças obrigatórias para a abertura de qualquer negócio, existem atividades específicas que exigem documentos também específicos.

Estipule o capital inicial.
Para iniciar o seu negócio, é necessário recursos para assumir as chamadas despesas pré-operacionais. Além das licenças já previstas, existe local, equipamentos, máquinas, mobiliário e o marketing, claro! Mensurar os possíveis gastos iniciais é imprescindível para a empresa.

Defina um endereço.
Seja virtual ou real, toda empresa precisa de um endereço, pois existem procedimentos obrigatórios de vistoria que passam pela prefeitura e bombeiros. Portanto, na hora de escolher o lugar, avalie se ele é condizente com a atividade da empresa.

Procure um Contador.
Com a orientação de um contador, será muito mais fácil passar pelo processo de licenças, cadastros e inscrições que sua empresa irá precisar. Um bom contador faz um contrato social bem feito; enquadramento correto da empresa na Receita Federal e Prefeitura; escolha do regime tributário mais adequado; orientações importantes para administração e gestão burocrática.

Determine o tipo da empresa.
A empresa pode ser tanto em modelo de sociedade, como um negócio individual. Caso opte por uma sociedade, se atente ao percentual concedido aos sócios e ao valor investido.

É preciso analisar bem antes de abrir qualquer negócio. Mas tenha em mente: jamais desista dos seus sonhos e acredite em seu potencial! 🏆

Ainda tem dúvidas de como lidar com sua empresa? Entre em contato conosco. 😁